o0o A Companhia de Artilharia 3514 voou para Angola no dia 2 de Abril de 1972 (Domingo de Páscoa) num Boeing 707 dos Tams e regressou no dia 23 de Julho de 1974, após 842 dias na ZML de Angola, no subsector de Gago Coutinho, Provincia do Moxico o0o Rendemos a CCAÇ.3370 em Luanguinga em 11 de Abril de 1972 e fomos rendidos pela CCAÇ.4246 na Colina do Nengo em Junho de 1974. Estivemos adidos ao BCav3862 e depois ao BArt6320 oOo O Efectivo da Companhia era composto por 172 Homens «125 Continentais, 43 Cabo-Verdianos e 4 Açorianos» oOo

sábado, 10 de janeiro de 2009

S. Miguel - Açores

Museu Municipal de Ribeira Grande
25/06/2008
Pintura e objectos do Ultramar em exposição no Museu Municipal de Ribeira Grande.
São inauguradas sexta-feira, pelas 21h00, no Museu Municipal da Ribeira Grande duas exposições, sendo uma de pintura do artista plástico Ferreira Pinto e a outra de artefactos do Ultramar, trazidos por ex-combatentes. O pintor micaelense apresenta-se na Ribeira Grande com um conjunto de 15 obras naturalistas, sobre paisagens da ilha de S. Miguel, voltando assim a uma fase já antiga, anos setenta e oitenta, da sua carreira. Não obstante ter interpretado linhas naturalistas e impressionistas, vem experimentando um estilo abstraccionista muito próprio.
No Museu Municipal está também patente a exposição "Rescaldo de Terras Ultramarinas", que reúne alguns artefactos de um grupo de homens (militares e retornados), que foram trazidos de Angola e Moçambique, após o fim do Império Colonial Português em África.
Peças decorativas em madeira e metal fabricadas em África, fazem das memórias de cinco homens, residentes na Ribeira Grande. As colecções em exposição pertencem a três militares, ainda vivos e com idades entre os 50 e 70 anos, Laurénio Costa, Octávio Botelho e José Tavares Câmara e ainda a dois retornados, Jacinto Almeida (já falecido) e Victor Almeida. As duas exposições podem ser vistas até ao dia 26 de Julho.
nr. - Amigo Botelho vai desculpar este pequeno abuso, mas não resisti em publicar esta pequena noticia de índole regional alusiva a Ribeira Grande e a Si em particular, apesar de já ter alguns meses, é bonito, recordar aqui a lembrança dessas memórias em homenagem ao nosso passado recente.

1 comentário :

  1. Caro Carvalho:
    Não tens que pedir-me desculpa por nada!... De facto isso já ocorreu há quase 6 meses e apenas vejo aí um ligeiro lapso, não teu, mas do articulista original, que classifica de "artefactos de guerra" (salvo seja!), uns simples
    objectos de arte indígena, como sejam esculturas em madeiras diversas, marfim(hoje um material proibido), porcelanas e esculturas
    chinesas e essas bujigangas, que naquele tempo o eram e que hoje já não são assim tanto como isso! Ora,
    acho imperdoável classificar tais objectos com o tal palavrão acima citado. Isto pela minha parte, porque, de facto, haviam também artigos artesanais africanos de guerra folclórica, tais como arcos, setas,machadimhas, catanas e outras coisas afins, que não poderão ser nunca classificados como acima se diz!...Quem ler o artigo até poderá
    pensar que se tratava de "Simonovs", "Kalashnikovs" ou outra tralha semelhante!
    Resolvi, para evitar equívocos, esclarecer a questão através deste comentário.
    Para todos e para ti,aquele abraço de velha camaradagem!...


    Botelho

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