De Cesar Correia
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Presépio 2014 |
domingo, 28 de dezembro de 2014
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
MAIS UM NATAL…
Primeiramente o Natal e depois o Ano Novo reacendem em nós uma esperança que parece esquecida diante da correria da vida. É como se víssemos nas festas de final do ano um brilho capaz de nos ofuscar as dificuldades e que consegue, sem muito esforço, tocar nossos corações, trazendo alegria de estarmos novamente ao lado de pessoas que admiramos e gostamos. Este ano, e tendo em conta que tenho em casa uma criança, de pouco menos de um ano, cuja diversão principal é atirar TUDO ao chão, e que além de tudo o mais faz de mim um avô babado, dei por mim a pensar nos natais da minha meninice. Isto é o sinal de que já não sou assim tão novo. Já passaram por mim muito mais de seis décadas de natais cheios de vida, de tristezas e de alegrias, enfim, repletos de todos os condimentos de uma existência bem vivida. Bem, mas é melhor “travar às quatro rodas”, a ideia deste apontamento, não era falar da minha vivência, mas deixar evidente que no meio deste turbilhão de sentimentos, recordações e saudades, também estão bem presentes todos os meus “velhos” Camaradas da CART 3514 – Panteras Negras. Aproveito por isso para lhes desejar, bem como aos seus familiares, um NATAL FELIZ e um ANO NOVO com muita saúde e tudo o que mais desejarem. Desejar um Feliz Natal é almejar que todos estejamos reunidos no mesmo dia e à mesma hora, imbuídos do mesmo princípio com paz, amor e saúde a festejarmos a festa da FAMÍLIA.
Para Vós um forte abraço do camarada e amigo, Manuel Monteiroterça-feira, 9 de dezembro de 2014
Drama na Ilha do Fogo
Entrevista com David Gomes Monteiro, ex-Militar da Cart 3514
O vulcão da Ilha do Fogo em Cabo Verde entrou novamente em erupção, tragédia que não nos deixa indiferentes, pelos prejuízos causados ás populações que habitam a cratera e também, a alguns antigos companheiros "panteras negras" da Cart3514, que lá continuaram a viver como o David Monteiro, que por mero acaso, vi numa entrevista á SIC no telejornal das 15 horas.
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"Agência Lusa"
Por seu lado, David Gomes Monteiro, presidente da Cooperativa de Chã das Caldeiras, onde se produz o popular vinho do Fogo, também se mostrou aliviado com a acalmia nas erupções vulcânicas, salientando que, mesmo depois da crise de quinta-feira à noite, em que as sete bocas eruptivas se unificaram, a lava não atingiu Portela."Estivemos muito aflitos nos primeiros dias. E ontem (quinta-feira) também. Mas hoje estamos contentes porque a lava não atingiu Portela", referiu à Lusa o homem mais conhecido por "Neves", declarando-se satisfeito por, para já, nada ter sido perdido - parte da produção de 2013 e a totalidade da deste ano, num total de 200 mil litros.
O vulcão da Ilha do Fogo em Cabo Verde entrou novamente em erupção, tragédia que não nos deixa indiferentes, pelos prejuízos causados ás populações que habitam a cratera e também, a alguns antigos companheiros "panteras negras" da Cart3514, que lá continuaram a viver como o David Monteiro, que por mero acaso, vi numa entrevista á SIC no telejornal das 15 horas.
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Cabo Verde - Ilha do Fogo |
Por seu lado, David Gomes Monteiro, presidente da Cooperativa de Chã das Caldeiras, onde se produz o popular vinho do Fogo, também se mostrou aliviado com a acalmia nas erupções vulcânicas, salientando que, mesmo depois da crise de quinta-feira à noite, em que as sete bocas eruptivas se unificaram, a lava não atingiu Portela."Estivemos muito aflitos nos primeiros dias. E ontem (quinta-feira) também. Mas hoje estamos contentes porque a lava não atingiu Portela", referiu à Lusa o homem mais conhecido por "Neves", declarando-se satisfeito por, para já, nada ter sido perdido - parte da produção de 2013 e a totalidade da deste ano, num total de 200 mil litros.
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O presidente da Agrocoop, a Cooperativa de Viticultores de Chã das Caldeiras, que conta com 102 produtores e emprega quase toda a comunidade local, mostrou-se optimista, mesmo depois de admitir que o prejuízo mais grave está ligado à perda de parte das vinhas e à agricultura de subsistência nas zonas mais baixas do planalto."(Quinta-feira) foi um dia complicado, mas conseguiram resolver o problema do acesso (rodoviário, com a terceira estrada de terra, depois de as duas primeiras terem sido absorvidas pela lava) e quase todos conseguiram levar as suas coisas para outras localidades da ilha", afirmou David Monteiro. "Muitos dos que ainda ficaram (cerca de 40, a guardar os pertences na encosta da Bordeira, que marca os limites da grande cratera de Chã das Caldeiras) dizem que as coisas estão a melhorar e que o vulcão já abrandou", sustentou "Neves", admitindo, todavia, que a situação está ainda longe de ser ultrapassada.
Entrevista em Sicnoticias http://videos.sapo.pt/A8Ro1okOQ1WgNnZok0aB
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Ponte do Rio Luati - 2014
Não reconheci o Rio Luati nestas fotos, está muito diferente, a mata bordejava a chana em toda a sua extensão, o regresso das populações às suas zonas de origem, alteraram profundamente a paisagem que conhecemos na época, o arranque de arvores para combustível e construção dos novos kimbos e palhotas, a necessidade de novos terrenos de cultura na envolvente dos rios, empurraram a mata encosta acima.
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O Rio Luati foi e será sempre, um lugar de memórias na nossa passagem pelo leste de Angola, muitas estórias em redor deste local, onde as comunicações via rádio não funcionavam do pôr ao nascer do sol, e numa noite em Outubro de 73 um velho leão assaltou o destacamento para saborear uma parca refeição, um cachorro de poucos meses, abocanhado junto às pernas do nosso sentinela.
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Ponte do Luati |
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Foi também bem perto da ponte, deste local de má reputação, que em Julho de 73 fomos baptizados, ao accionamos uma mina anti-carro com a berliett que provocou 2 feridos ligeiros e a viatura para a sucata, foi também aqui, junto à ponte, que num final de tarde com a luz no ocaso, o pessoal do 3º pelotão viu a menos de duzentos metros um grupo de guerrilheiros, caminhar ao longo da orla da mata em direcção à Zambia.
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Kimbos do Luati |
Em finais de Novembro uma grande emboscada, junto à chana do Mucoio à coluna do Batalhão quando ao pôr do sol regressava do Chiúme com uma companhia de Catangueses provocando dois mortos e vários feridos. Hoje apraz-nos saber, conforme noticias do nosso amigo que é um local de paz onde a vida prossegue livremente ao ritmo de antigamente, apesar do progresso das vias de comunicação.
Adeus até ao meu regresso
sábado, 9 de agosto de 2014
Historial da Unidade..!!
No convívio Penacova-2014, tive a oportunidade de aceder ao historial da companhia em suporte de papel dactilografado, pelo então secretário adjunto do nosso CMDT da Cart3514 que periodicamente lhe transcrevia a informação mais relevante sobre a actividade operacional da companhia em toda zona envolvente, que julgo ser interessante do ponto de vista documental, apesar de conter algumas lacunas de ordem operacional no tempo e no espaço.
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..É um documento que retrata de forma singular o passado da companhia durante os mais de dois anos de comissão, abordando as baixas, as evacuações por incapacidade, doença e acidente, a designação substantiva do "nome" das operações que desconhecia, a actividade cívica, em torno da escola regimental no ensino primário escolar de muitos camaradas, que às letras não tinha tido acesso. Na disciplina uma dezena de punições, que ninguém alguma vez cumpriu, mas também muitos louvores, para os que mais se distinguiram, no aprumo, no respeito, na lealdade e na camaradagem. Para acessar o documento no seu todo, clicar no seguinte link:
https://sites.google.com/site/luanguinga/historialcart.pdf
domingo, 27 de julho de 2014
Na velha tradição do leste
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S. Martinho do Porto, Camping na baia junto à praia |
Ontem depois de jantar estava vendo o telejornal, quando de repente oiço uma voz familiar, o nosso antigo camarada Manuel Cardoso da Silva dando uma entrevista à tvi no Camping da praia em S. Martinho do Porto, na "velha tradição do leste" onde tirocinamos 28 meses, poucos minutos depois o telefone toca, era o Manuel Parreira, perguntando se estava vendo televisão, então porquê...!! Acabei de ver o Silva na TV, é verdade, também eu, está com bom aspecto. Para todos um abraço.
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S. Martinho do Porto, Camping |
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Jornal Online - PENACOVA ACTUAL
Os "Panteras Negras" vieram a Penacova realizar o seu almoço anual
Em mais uma missão de solidariedade e amizade, fomos a Penacova, na manhã, do passado sábado, dia 17 acompanhar por momentos a Companhia de Artilharia 3514 "os panteras Negras", que estiveram em missão de soberania no Leste de Angola. A sua primeira missão chegados a Penacova, ao seu coração comunitário - Largo Alberto Leitão - foi homenagear os mortos em combate depositando uma coroa de flores no memorial que se ali se contra, no qual se encontram os seus nomes inscritos.
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Imagem junto ao memorial aos Combatentes de Penacova mortos em combate. |
Para ler no jornal Online, o artigo na totalidade, aceder ao seguinte link: www.penacovactual.pt/2014/05/os-panteras-negras-vieram-penacova.html#.U4eovvAU_IUnk:
Adeus até ao meu regresso
sábado, 24 de maio de 2014
Convivio Penacova 2014
Cart.3514 participou no passado fim de semana no 9º convívio em Penacova, sede de concelho, situada na região Centro do País, num local de grande beleza, plantada na margem do rio Mondego, no alto de um ponto rochoso (a “Penha”), rodeada pelas luxuriantes Serras do Buçaco e do Roxo. As origens da povoação remontam ao século IX ou X, provavelmente um baluarte Cristão nas lutas contra os Muçulmanos. Penacova é uma vila rural, rodeada de pequenas aldeias e lugares, quase perdidas no tempo, aninhadas na geografia serrana, que as tem protegido ao longo dos séculos, como é o caso da Portela de… Oliveira, Gavinhos, Lorvão, Carvalho, Rebordosa, Sanguinho, Felgar ou Besteira, entre tantas outras. Penacova orgulha-se do seu Património, a Igreja Matriz do século XVI, as Capelas de São João e a de Santo António, o Pelourinho da Vila ou a Quinta da Ribeira, as Capelas da Senhora do Monte Alto e de Nossa Senhora da Guia, são monumentos únicos.
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A paisagem abrangente é a mais valia da região, como o Miradouro no alto da vila, dispondo de uma magnífica vista sobre o Rio Mondego, ou o Penedo do Castro, bem como os miradouros naturais das Serras da Atalhada e da Aveleira, de onde se observam lugares de rara beleza. O Museu Etnográfico de Penacova e os muitos Moinhos na serrania são imagem de marca desta zona, não esquecendo as albufeiras da Barragem da Raiva e da Aguieira, nas faldas da Serra do Buçaco, únicas para actividades de desporto e lazer.
Mais.Penacova - Mirador da Vila sobre o rio Mondego |
Felicitamos a família Serafim Gonçalves, o António a Odete e a Susana, por nos terem proporcionado este encontro irrepreensível, na sua linda região, onde fomos recebidos com a tradicional hospitalidade beirã. Depois do ponto de encontro, marcado na entrada da vila, rumamos ao Monumento aos Combatentes, uma coroa de flores, uma reflexão sobre todos os camaradas, que partiram na frente, um minuto de silêncio em sua memória. Depois abalamos serra acima a caminho do lugar da Portela de Oliveira, em pleno perímetro serrano, para uma visita ao Museu do Moinho Vitorino Nemésio, onde contemplamos o acervo patrimonial dos artefactos, dos diversos tipos de moinhos vento e do modos vida de então.
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Penacova - Moinhos da Atalhada |
Finalmente tomámos o caminho do complexo rural, da Quinta da Nora em Miro, inserido no meio ambiente, com uma vista aprazível da envolvente, ladeado por jardim atapetado de relva, à chegada, para acordar o paladar, um buffet de salgadinhos com rissóis, croquetes, presunto, tábua de queijos e enchidos vários, degustados com fresquíssimos brancos da região, após a foto de família, um saboroso almoço, sobressaindo na ementa, o bacalhau, o leitão e a chanfana, secundados dum encorpado tinto regional.
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Penacova - Museu Victorino Nemésio, na Portela da Oliveira |
Depois, doces, cafés e digestivos servidos em bar aberto, pela tarde fora, foram companhia de histórias e memórias dum passado longínquo mas sempre presente. Lidas as mensagens escritas e telefónicas dos camaradas que não puderam estar presentes, feitos os discursos de ocasião, repartido o bolo e o champanhe, com o Hino da Cart, a selar um abraço apertado e o até para o ano em Tomar com a organização a cargo do César Correia.
Ps. Participaram pela 1ª vez, no encontro cinco camaradas, a quem damos as boas vindas: 1º Cabo, Joaquim Lourenço do Carmo do 1º Gr , 1º Cabo, José Luís Gonçalves Ribeiro, 1º cabo, Serafim da Silveira e Sold/At. José Gomes Barata das Neves do 2º Gr. e também o nosso padeiro António Dias de Freitas, que aqui saudamos.
Adeus até ao meu regresso
domingo, 20 de abril de 2014
Já lá vão 42 anos
02- 04-1972, Domingo de Páscoa - Faz hoje 42 anos que embarcamos para Angola estávamos no RAL3 em Évora, na manhã desse domingo fardados a rigor de atacadores brancos nas botas e luvas brancas formados na parada do quartel.
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Depois desfilamos até à Praça do Giraldo onde nos despedimos da cidade, também era domingo de Páscoa, jamais nos vamos esquecer dessa data, como dizia o nosso camarada Araújo Rodrigues com alguma ironia...!! Quem no dia de Páscoa, deambulei-a por tais caminhos, ou não tem família, ou está zangado com a mulher..!! De facto só gente dessa, nos podia ter despachado para Angola nesse dia...!!
Adeus até ao meu regresso.
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Aos Camaradas e Amigos, Panteras Negras

A Páscoa, além de ser uma das festas em que as famílias aproveitam para se reunirem e renovarem os votos de paz e de saúde, para nós” Panteras Negras”, será sempre um dia para recordar até que a nossa memória se extinga; foi num dia de Páscoa, há quarenta e dois anos atrás que abalamos, rumo ao desconhecido, deixando para trás pais, esposas e filhos, namoradas e amigos. Mas salvo duas excepções, de saudosa memória, regressamos e estamos cá para contar a história. Nesta época das festas da páscoa, quero aqui deixar dois apontamentos, com os quais de certeza todos vós concordais. Em primeiro lugar, recordar com muita saudade os nossos camaradas que já não estão entre nós, já partiram desapareceram na curva da estrada desta vida. Por fim, desejar a todos vós – PANTERAS NEGRAS - (no qual incluo como não poderia deixar de ser as vossas famílias) uma PÁSCOA MUITO FELIZ, cheia a de saúde, paz e amor. Já agora, faço também, os votos de que nunca vos falte uns trocados, que neste tempo de crise, ajudam muito.
Para todos um abraço e até ao próximo “GOLPE DE MÃO” marcado para Penacova.
Para todos um abraço e até ao próximo “GOLPE DE MÃO” marcado para Penacova.
terça-feira, 15 de abril de 2014
Recordações com 40 anos...!!
De César Correia
Tínhamos chegado á pouco tempo a Luanguinga, e todos, desde
o Cmdt. da companhia, aos alferes, furriéis, cabos e praças, se prestaram a colaborar, na organização de algo que
ocupasse a mente nos tempos livres, uma solução foi a pratica desportiva e o favorito era o futebol, mas também o
voleibol a sueca e outros jogos de cartas, faziam parte da actividade lúdica. Outros de forma altruísta
dedicaram-se voluntariamente ao ensino das letras e números,
na alfabetização de alguns camaradas que as vicissitudes da vida não lhe
tinham permitido o acesso à escola enquanto jovens. Uma tarde alguém comentou á minha beira, o Furriel Soares
vai formar um grupo Coral, se quiseres participar a malta vai juntar-se no
refeitório, «um barracão que servia para esse efeito» claro que queria, ainda
hoje gosto de cantar!! Mal ou bem?? Não sei!!! Mas gosto, e com 20 anos!! Cheguei!!! e lembro-me que já estavam a ensaiar
o coro, quantos...!! Não sei, cantavam bem... também não me lembro, só recordo
dos vozeirões do Botelho, e do Paulo Ribeiro. Nova canção, e fui convidado
pelo Soares a participar no coro, depois das devidas instruções, começámos a
exercitar, levantei a voz para fazer frente aqueles vozeirões, queria dar nas
vistas, excedi-me!!!
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O exibicionismo custou-me caro, o Maestro comentou em tom
irónico. A cantar alto já cá tenho muitos, vai dar uma volta, mentia se
disse-se que na altura não tinha ficado chateado, com vergonha, porque achei
que não era motivo para ser despachado assim, mas paciência, o coral foi um sucesso, eu teria tido muito orgulho em ter participado. Pouco tempo depois, voluntariei-me para formar a Equipa das
Obras, com, o Matos do 3º Gr, o Vaz do
1ºGr, e o CHEFE???? Furriel Soares,
pensei para mim!!! Já estou "F" tramado,
mas não meus caros aqui a música era outra e os instrumentos também,
durante mais ou menos dois anos, trabalhamos, colaboramos, discordamos, mas
conversamos sempre dentro dos limites com respeito, o objectivo era comum,
trabalhar bem, nas muitas e variadas obras que fizemos para a instalação dos
serviços da Companhia, e também para o bem estar de todos os Camaradas , e
também na construção da famosa Peixaria em Gago Coutinho em que
o Mestre Soares, encarregado de obra
discutia e dava suas opiniões a outros mestres de obras já bem credenciados, a
ponto de ser-mos convidados para os acabamentos de outras obras..!!! Éramos camaradas, tornamo-nos amigos, fomos
companheiros, aventureiros a ponto de
algumas vezes arriscarmos a própria vida,
colaboramos nas mais diversas decisões e ao fim destes quarenta anos tenho
orgulho de continuar a considera-lo um
grande AMIGO, pois nem sempre quem te repreende te quer mal. Um Abraço a todos Os Panteras Negras, que espero abraçar em
Penacova, e ao Soares, um abraço especial por me ter dado a
oportunidade de hoje estar aqui a recordar esta saudosa "estória" de Amizade
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Do Jornal "Comarca de Arganil"
De Serafim Gonçalves.
Noticia do jornal Comarca de Arganil, publicitando o evento da nossa companhia a realizar no próximo dia 17 em Penacova.
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Noticia do jornal Comarca de Arganil, publicitando o evento da nossa companhia a realizar no próximo dia 17 em Penacova.
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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Louvores e Puxões de Orelhas...!!
"Ordem de Serviço nº 12, de 3 Abril de 1973"
O Amigo César Correia continua a surpreender a rapaziada, com estas relíquias documentais com mais de quarenta anos, achadas lá no fundo do seu baú de estimação, esquecido há muito tempo no sótão da sua casa de família em Mosteirinhos. São quatro páginas que fazem parte do nosso passado e da história da companhia, contempladas nos anexos da "Ordem de Serviço nº 12, de 3 Abril de 1973" precisamente um ano depois da nossa chegada a África, com muitos louvores e apenas um puxão de orelhas (umas férias no hotel "prisão" do batalhão, para o Álvaro Pina). Os louvados nessa data foram os cabo-verdianos, José Soares da Rosa, Raimundo Mendes Varela, Tomás da Silva, Manuel de Jesus Pina e os continentais, Arlindo António Rodrigues Pais, José Fernando Tavares Ruivo, António Fernando Gabriel Carrusca, José Augusto Amorim dos Santos, José Luís Gonçalves Ribeiro, António Camilo Pinto, Fernando Vicência Carreira, João Artur Carrilho Fogeiro, Augusto José do Carmo Libâneo, David Ramos Vaz, César Pereira Correia, António Manuel Nunes de Matos.
O Amigo César Correia continua a surpreender a rapaziada, com estas relíquias documentais com mais de quarenta anos, achadas lá no fundo do seu baú de estimação, esquecido há muito tempo no sótão da sua casa de família em Mosteirinhos. São quatro páginas que fazem parte do nosso passado e da história da companhia, contempladas nos anexos da "Ordem de Serviço nº 12, de 3 Abril de 1973" precisamente um ano depois da nossa chegada a África, com muitos louvores e apenas um puxão de orelhas (umas férias no hotel "prisão" do batalhão, para o Álvaro Pina). Os louvados nessa data foram os cabo-verdianos, José Soares da Rosa, Raimundo Mendes Varela, Tomás da Silva, Manuel de Jesus Pina e os continentais, Arlindo António Rodrigues Pais, José Fernando Tavares Ruivo, António Fernando Gabriel Carrusca, José Augusto Amorim dos Santos, José Luís Gonçalves Ribeiro, António Camilo Pinto, Fernando Vicência Carreira, João Artur Carrilho Fogeiro, Augusto José do Carmo Libâneo, David Ramos Vaz, César Pereira Correia, António Manuel Nunes de Matos.
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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Manuel J. Oliveira, Homenageado em Tavira
Há dias, deparei na Web com uma notícia já de há seis meses atrás que dizia o seguinte:
“No passado dia 27 de Setembro de 2013 teve lugar em Tavira, no Parque de Exposições, a Cerimonia comemorativa do 365º. Aniversário do Regimento de Infantaria Nº 1”.
Sucede que, ao lê-la com atenção e porque no tempo que eu parti à descoberta “dos algarves” por lá tendo ficado de uma só assentada cerca de três meses, essa unidade militar chamava-se oficialmente CISMI – Centro de Instrução de Sargentos Milicianos de Infantaria, mas que, na linguagem de caserna, tinha um significado bem diferente e bem marcante, que como todos os ex-furriéis que por lá passaram sabem queria dizer: - Centenas de Infelizes Sacrificados e Martirizados Inocentemente.
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Bem!... Mas como isto que acabei de escrever não faz parte da notícia, vamos ao que de facto interessa. Ao ler tal notícia e vendo as fotografias da comemoração do 365º. aniversário do RI 1, numa fila de indivíduos , muito bem alinhados e aprumados, com ar adequado à solenidade do acto, vejo o nosso amigo e antigo camarada de armas Manuel José Oliveira, algarvio dos quatro costados e residente em Olhão.
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Investigado o assunto verifiquei que, inseridas nas comemorações do RI 1, em que estiveram presentes os Núcleos da Liga dos Combatentes da região, fora homenageado, entre outros indivíduos, o Manuel José Oliveira, com a Medalha de Campanha da Liga dos Combatentes.
É com imensa alegria, admiração e orgulho que vemos um dos nossos, da Cart3514, da família Panteras Negras, ser agraciado e homenageado! Aqui deixamos o registo, mais que merecido, ao nosso camarada e amigo Manuel Oliveira.
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PARABÉNS OLIVEIRA, muita saúde e felicidades pela vida fora!...
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
A Malta vai Ressuscitando..!!
José Barata Gomes Neves, Sold. Atirador nº 032560/71, do 2º Pelotão da Cart3514, deu à costa esta semana, através da pesquisa e empenho do Zé Ramalhosa, que através da Junta de Freguesia conseguiu encontrar este camarada nas faldas da Serra da Estrela, na aldeia e freguesia de Unhais-o-Velho, no concelho de Pampilhosa da Serra, onde constituiu família e reside actualmente. Já falamos com ele, depois da surpresa enorme que sentiu, ao ouvir do outro lado do atlântico o telefonema do Ramalhosa. Fez questão de enviar a todos os camaradas "panteras negras" um abraço, e pediu que lhe guardem um lugar á mesa no encontro de Penacova.
Adeus até ao meu regresso
O Joaquim Pinheiro já faleceu..!!

Adeus até ao meu regresso
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
A Malta vai Ressuscitando...!!
Serafim da Silveira 1º Cabo Atirador, nº mec. 156407/71 do 2º Pelotão da Cart.3514, residente numa freguesia de Amarante, depois de alguns anos de labuta em França, acaba de regressar ao nosso conhecimento, 40 anos após o regresso de Angola. O seu antigo camada e comandante, José Ramalhosa, á muito que tentava, saber do seu paradeiro, e também, do Joaquim Pinheiro (Epe) que ao que parece, também está em vias de dar à costa, já sabemos que reside em Mancelos no concelho de Amarante. O José Luís Gonçalves Ribeiro foi há dias à procura do Silveira e com algumas lembranças da sua naturalidade, conseguiu encontra-lo em Freixo de Baixo onde reside com a família. Já falamos com ele, está aposentado e este ano em Maio, quer reencontrar em Penacova os antigos camaradas "panteras negras" a quem envia um grande abraço.
Adeus até ao meu regresso
Adeus até ao meu regresso
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Convivio Penacova 2014
O 9º Convívio da CART. 3514 vai realizar-se no Concelho de Penacova no próximo dia 17 de Maio de 2014, a cargo do nosso camarada António Serafim Oliveira Gonçalves que este ano tomou em mãos a sua organização. O ponto de encontro e o restaurante onde iremos conviver, será brevemente anunciado e enviado via CTT com mapa das vias de acesso, ementa e hotéis com preçários de forma a que cada qual possa organizar antecipadamente a sua viagem e estadia.
Adeus até ao meu regresso
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Faleceu Albertino Inácio Martins Grilo
Faleceu no passado mês Dezembro o nosso antigo camarada de armas, Albertino Inácio Martins Grilo, 63 anos nascido em Fevereiro de 1950, natural do Pilado, concelho da Marinha Grande, ex-militar do 4º pelotão. Tomámos conhecimento da partida de mais um amigo de muitas jornadas, que muito prezavamos pelo seu carácter e lealdade. Em nome de todos os nossos camaradas, queremos associar-nos e deixar uma palavra de carinho e expressar a nossa tristeza e solidariedade aos familiares, com os nossos mais sinceros votos de pesar. Queremos reafirmar mais uma vez, que o Albertino Grilo e todos os outros camaradas que partiram na frente serão sempre lembrados até que, a nossa memória se extinga.
Adeus até ao meu regresso
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