o0o A Companhia de Artilharia 3514 voou para Angola no dia 2 de Abril de 1972 (Domingo de Páscoa) num Boeing 707 dos Tams e regressou no dia 23 de Julho de 1974, após 842 dias na ZML de Angola, no subsector de Gago Coutinho, Provincia do Moxico o0o Rendemos a CCAÇ.3370 em Luanguinga em 11 de Abril de 1972 e fomos rendidos pela CCAÇ.4246 na Colina do Nengo em Junho de 1974. Estivemos adidos ao BCav3862 e depois ao BArt6320 oOo O Efectivo da Companhia era composto por 172 Homens «125 Continentais, 43 Cabo-Verdianos e 4 Açorianos» oOo

domingo, 8 de março de 2009

PAD.2285 36 anos depois

Crachá do PAD 2285
"Os Diferentes"
Gago Coutinho 71/73


Há dias editei aqui um artigo de homenagem aos nossos antigos camaradas e amigos do serviço de material que connosco conviveram durante um ano em Gago Coutinho, da qual guardamos boas recordações, de amizade e colaboração, independentemente dos vários despiques que travámos aquando dos embates futebolísticos em que cada um puxava para seu lado como è natural. No artigo do blog o ID do PAD estava incorrecto, por erro ou lapso de memória do Albino Félix que me transmitiu essa informação, e que eu acabei por escrever com uma interrogação entre aspas, dúvidas essas dissipadas depois de um mail enviado pelo ex. fur mil. Américo Pedro, camarada e amigo, natural aqui do Entroncamento, que não via desde a sua saída de G. Coutinho á 36 anos, e me convidou a estar presente na estação ferroviária desta vila no passado sábado dia 7 pelas 11 horas para um abraço á rapaziada do Pad, que aqui se reuniram, afim de seguirem num mini-bus a caminho da Sertã onde realizaram o seu encontro anual. Passados tantos anos e voltar a encontrar estes camaradas, que conhecemos na idade dos “sonhos” falar dessa época, das “brigas” e dos casos do futebol, do click do Medeiros (o Açoriano), das farras, dos copos, dos convívios, enfim um desfiar de recordações que no pouco tempo do encontro, nos levou novamente ao leste, revimos fotos que todos conhecemos, chão que juntos pisamos, imagens dum passado comum gravadas na nossa memória, que jamais esqueceremos.
Passados tantos anos, è natural que a nossa mente, não reconheça estas feições, pois todos nós mudámos, uns mais que outros, estamos mais velhos, mas depois em diálogo, com o desenrolar das “estórias”, vividas no mesmo cenário acabamos, por reconhecer alguns.
Até um dia, sempre ao vosso dispor
Um grande abraço a todos
Carvalho.

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