o0o A Companhia de Artilharia 3514 voou para Angola no dia 2 de Abril de 1972 (Domingo de Páscoa) num Boeing 707 dos Tams e regressou no dia 23 de Julho de 1974, após 842 dias na ZML de Angola, no subsector de Gago Coutinho, Provincia do Moxico o0o Rendemos a CCAÇ.3370 em Luanguinga em 11 de Abril de 1972 e fomos rendidos pela CCAÇ.4246 na Colina do Nengo em Junho de 1974. Estivemos adidos ao BCav3862 e depois ao BArt6320 oOo O Efectivo da Companhia era composto por 172 Homens «125 Continentais, 43 Cabo-Verdianos e 4 Açorianos» oOo

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Luanda 3 Abril 2009

Na imagem o Arlindo acelarando nas picadas do leste aos comandos dum velho e cansado Burrinho do Mato (Unimog 411 onde muitos de nós aprenderam a conduzir, mal..!) com a canhota sempre á mão como era seu hábito.
De Arlindo Machado de Sousa
Antes de mais nada quero saudar todos aqueles que vão enriquecendo este grande "álbum de recordações" que se vai construindo com o contributo cada vez mais, de novos amigos que aqui deixam um pouco de si próprios, neste abraço enorme que nos envolve a todos, nos mais variados pontos do globo. Aproveito para enviar um abraço desde Luanda, onde me encontro neste momento, graças a Deus numa situação muito diferente daquela que vivemos há 37 anos! Tinha estado cá anteriormente, em 2004, e desde então as coisas melhoraram bastante...! Em termos de vias de comunicação, estradas por exemplo, agora de Luanda ao Uíge é uma maravilha! Para aqueles que já tem saudade de uma trovoada a sério, recordo que elas mantém todo o misticismo e a intensidade dos velhos tempos!! Tive a oportunidade de o confirmar e relembrar há poucos dias !!!
Um abraço
Feliz Páscoa para todos!
nr. "Do nosso futuro conrespondente em Angola...!" Recebemos o comentário acima citado, sobre um artigo publicado ontem, deste amigo Açoriano de longa data que ainda continua na luta do dia a dia por esse mundo fora, ontem nos EUA, hoje em África, que não resisti em publicar, já que também ele é editor deste mesmo blog, amigo Arlindo as minhas desculpas pela ousadia deste aparte.

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